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sábado, 28 de março de 2015

AS 15 MELHORES ROTAS DOS USA - 15

EM BUSCA DAS RESTANTES “MELHORES ROTAS”

Chicago (IL) – Indianapolis (IN)

10 e 11 agosto 2014


Após a partida dos amigos do Comichão de Brasília, no dia 9 de agosto, aboletei-me em um hotel de Chicago e no dia seguinte, 10 de agosto,   resolvi continuar a viagem em direção à Florida cruzando as rotas que me faltavam para fechar as “15 melhores”.  Parti em direção a Indianapolis  mas não cheguei a rodar muito, logo na saída notei a Helô sambando mais do que o normal. 
Parei para calibrar os pneus e só então lembrei-me que troquei-os no início da viagem. Depois disso já rodamos 11.000 milhas (mais de 17.000 Km) e os Dunlop não aguentam mais do que isso. Prossegui assim mesmo e cheguei a Indianapolis debaixo de um dilúvio que o bom senso recomendava a busca de um hotel. 

Banho quente, uma bela noite de sono e hoje vamos resolver o problema do pneu. Encontrei uma loja com preços razoáveis e  troquei apenas o pneu traseiro, o que consumiu toda a manhã, pois tinham outros clientes na fila. Quando sai para "lixar" o pneu a danada da chuva começou novamente. Pneus novos e chuva não é uma boa combinação, além do mais precisava fazer umas compras, por isso resolvi ficar mais um dia em Indianapolis. Amanhã resolvo o lance de lixar o pneu e começo a entrar no ritmo normal após as emoções da despedida da galera, alias um parênteses, não sei o que seria de mim sem a companhia do meu velho companheiro Jack Daniel’s, fecha parênteses.

Não tenho fotos novas para postar, a bateria pifou e tenho de comprar outra, prometo muitas fotos amanhã. a Para amenizar aí vai um vídeo de 2011 de minha primeira ida ao Tail of the Dragon com uma HD Ultra alugada na Virginia. Se a pilotagem é bastante cuidadosa e conservadora (a moto era alugada) a trilha sonora merece ser curtida. 




UMA LOUCURA CHAMADA "HEART OF OHIO ANTIQUE CENTER".

Indianapolis (IN) - Hilliard (OH)

12 agosto 2014

Hoje sai de Indianapolis (IN) com destino a Hilliard (OH). Com isso emplacamos o 25o. estado até o momento. Na parada para abastecimento aproveitei para almoçar e segui em frente logo em seguida. O problema foi um sono que ameaçava se apoderar de mim. Por isso resolvi parar e tirar uma soneca. Vi um galpão com um estacionamento enorme na frente e não conversei, fui direto para lá mas ao estacionar a moto a curiosidade foi maior, ainda que eu evite museus e antiquários por motivos óbvios (a entrada é sempre muito fácil mas na hora da saída costuma dar problema quando me confundem com um dos acervos querendo fugir). Desagradável isto. Quando abri a porta tomei um susto, a goiaba era um tremendo de um Mall com mais de 400 boxes (vim saber depois), caprichosamente decorado e onde você encontra tudo em termos de antiguidades.







Fiquei emocionado ao descobrir brinquedos que foram sonhos de minha infância. Claro que jamais os tive mas namorava-os nas vitrines da Mesbla e da Sears. 





Relógios de todos os tipos, jóias, ferramentas, armas, roupas, moveis trabalhados à mão, militaria, toca discos, rádios à válvulas, máquinas de refrigerantes, moedas, selos, uma coisa muito maluca mesmo. 







São mais de 40.000 m2 além de uma área para exposição externa de obras de artes onde realizam leilões. É considerado o maior e melhor Mall de antiguidades da América. 




Fiz um monte de fotos e aproveitei um momento de distração dos seguranças e esgueirei-me para fora, montei na Helô e dei linha na pipa. Já tinha gente perguntando o preço da múmia fantasiada de motoqueiro.


UM DIA TRISTE PARA OS BRASILEIROS.

Hilliard (OH) - Youngstown (OH) - 13 agosto 2014

Temperatura a 21 gráus às 12 horas, um solzinho tranquilo, bem agasalhado, incluindo o cachecol do Barão Vermelho e seria só festa não fosse a notícia vinda do Brasil. Muito triste qualquer que fosse a pessoa mas o impacto é maior quando e da forma que foi. Não era meu candidato mas isso é irrelevante, trata-se de um ser humano, pai de 5 filhos no ápice da carreira. Descanse em paz Eduardo Campos...










MAIS 2 ESTADOS NO LIVRO DE BORDO: PENNSYLVANIA E WEST VIRGINIA

Youngstown (OH) - Elkins (WV) - 14 agosto de 2014


Hoje acordei com o sol batendo na minha cara (esqueci de fechar a cortina) e isso recolocou-me nos trilhos novamente. Vou continuar com meu objetivo de conhecer as tais 15 melhores rotas para motocicletas segundo a AMA, pensei com meus botões. Na realidade não seria muito difícil, afinal vim me aproximando da área não por acaso. A Route é a 170, começando em Poland e terminando em Calcutta, ambas as cidades em Ohio. O percurso é pequeno, cerca de 45 milhas e, na minha opinião (que não vale nada), não merecia estar no Ranking, já passei por estradas muito mais atraentes. De qualquer forma, se você tem olhos para enxergar, sempre vale a pena se a alma não é pequena. Os vilarejos ao longo da Route 170 e onde a rodovia é a rua principal (a Main Street) nos presenteiam com gramados imaculadamente aparados.  




Aqui e ali prédios cujas arquiteturas (sou leigo mas curto) fazem bem aos olhos. 







Galpões abandonados que fazem a festa de fotógrafos amadores. 




Um Cadillac conversível abandonado sob uma árvore e apenas no trecho final, a umas 10 milhas de Calcutta, curvas dignas de um motociclista. 





Em compensação, a continuação da viagem que me trouxe a Elkins em West Virgina, foi uma verdadeira alegria: velocidade máxima 70 milhas (o que com meus cálculos vai de 75 a 80 mph - até os "Cops" não concordarem), um baita dum estradão, asfalto perfeito e curvas como as da Vera Fischer dos bons tempos. Me esbaldei até ver um carro da polícia dando uma "dura"  num apressadinho.
Estou contando dois estados pois sai de Ohio pela US-70, que atravessa a ponta de West Virginia entrando na Pennsylvania, e em Washington peguei a US-79 que voltou a entrar em West Virginia. 




Com todas as paradas para fotos (e foram muitas) consegui chegar ao Hotel às 15:00 hs e estava preocupado pois a maioria dos hoteis está lotado. Só consegui esse por 128 obamas mas usei a bonificação que o Hotels.com acumula a cada 10 pernoites. Ele faz uma média dos 10 pernoites e abate no preço do Hotel. No meu caso foi exatamente a metade. Estou gostando do site, até agora recebí 2 bonificações e a 3a. depende de apenas duas estadias.  



MAIS UMA DAS 15 "MELHORES ROTAS" VISITADA....VALEU A PENA !

Elkis (WV) - Staunton (VA) - 15 agosto 2014

Hoje pela manhã fui arrumar a tralha na moto e tomei um susto com a temperatura. Logo que sai do prédio quase congelei, um frio brabo. Confirmei no termômetro da moto quase 13 gráus. 




Tudo bem que a moto estava na sombra, num local cercado de mata mas, por via das dúvidas, preparei-me para o frio. O tempo estava lindo, céu de brigadeiro e um solzinho que vinha bem a calhar. Café da manhã de louco: ovos mexidos, batata cozida, salsicha, linguiça, "grave" (parece vômito de pato), pão besuntado de açucar e café aguado. Só tomei o café e cai fora antes que ficasse tentados com aquelas bombas que estimulam minha arritimia. Parei num posto para abastecer e comer qualquer coisa mais cristã e bem em frente casas e prédios que despertaram meu instinto fotógrafo. 







Fotos à direita e à esquerda até que vejo a estátua de um cidadão à cavalo. 


Fui conferir e era um benfeitor da cidade, dono de uma estrada de ferro e que tinha como lema o mesmo que eu tenho: "Estudar como se fosse viver eternamente e viver como se fosse morrer amanhã". Porém com uma singela diferença, no meu caso é ESTUDAR,  no dele era TRABALHAR. Talvez por isso tenha morrido, vai saber. Melhor não facilitar, trabalhar é cacête !

A estrada de Elkis a Seneca Rocks tem pista duplicada, novinha em folha mas quando vi uma placa "OLD US-33"  abandonei-a e deixei a estrada novinha para os mais "coxas" do que eu. A aposta foi acertada, a velha e boa 33 é uma estrada para quem gosta de pilotar, cheia de curvas, com asfalto em ótimas condições e atravessa a Monongahela National Forest.  






Na chegada a Seneca Rocks é impossível não parar num empório muito louco (como se os gringos fossem normais !). A dona, uma coroa baixinha espevitada, adora contar a história do estabelecimento, e em voz alta como se estivesse discursando. O prédio tinha sido uma loja de ferragens no início do século passado e foi abandonado nos anos 60. Estava quase caindo quando ela comprou-o e manteve exatamente como era, fazendo apenas os reparos necessários para a goiaba não vir ao chão. Ela encontrou estoques antigos ainda na embalagem, até mesmo a caixa registradora é do século XIX !!!! Ela avisa logo que munição cada cliente tem direito a comprar apenas uma caixa por DIA pois, segundo ela, é o suficiente para caçar um urso, praticar tiro ao alvo ou eventuais disparos contra maridos infiéis !!!  Deve ser por isso que ela se mantém solteira (ou viúva, sei lá) até hoje.










Fiz algumas fotos e peguei a Old-33 que atravessa o vale formado pelas Appalachians de um lado e pelos Montes Alleghenies do outro.  O vale é belíssimo e os ranchos, fazendas e plantações são verdadeiros cartões postais, como é praxe nas Virginias. 





A estrada é excelente, bem sinalizada, asfalto da melhor qualidade (em que pese o  "old 33"), com muitas curvas de todos os tipos mas o ponto alto, lembrando bastante o Tail of the Dragon, é atravessar as Appalachians para chegar a Harrisonburg. Curvas em cotovelo o tempo todo, tanto na subida como nas descida. Em algumas curvas você via restos de motocicleta pendurado nas árvores (acho que neguinho bota de sacanagem). Em uma dessas curvas parei para colar o logo do Gato Cansado no guard-rail e fotografar uns pedaços de carenagem presos a uma árvore.







Valeu a pena, a estrada merece uma visita novamente, gostei. Esse negócio de "ranking" é muito relativo, como tudo na vida, depende do dia, do seu astral, da noite anterior, das promessas para a noite seguinte, enfim de todos os fatores que exacerbam seus sentidos acabando por assumir o controle de suas emoções. (desconfio que falei merda, releve pois recém acabei com o Jack Daniel's).
Para completar, chegando a Staunton, fui na HD, comprei um par de luvas novo pois o meu acabou além do parafusinho que mantém o acelerador da Helô fixado simulando um "cruiser control". É meio perigoso mas é a única maneira de me livrar da dor no trapézio do lado direito (acordo a noite quando me viro na cama) pois desconfio que é de tanto acelerar visto que a dor aparece depois de umas 2 horas pilotando.  Na verdade, sem esconder o jogo, essa porra é a velhice mesmo.....melhor idade é a pqp !


domingo, 22 de março de 2015

AS 15 MELHORES ROTAS DOS USA - 14

2.000 MILHAS PARA ENCONTRAR  AMIGOS ? ISSO NÃO É NADA.

Appleton (WI) – Chicago (IL ) – 3 de agosto de 2015 

Sempre optei por viajar sozinho por achar mais seguro e pela forma como o faço: sem horários e itinerários rígidos, dando chances ao destino e à intuição, parando em locais que me encantam pela beleza e/ou pela energia, tentando transformar em fotos momentos especiais (são muitos, acreditem) e pilotando dentro de um nível de risco decidido por mim.  Tudo isso torna quase impossível encontrar parceiros com o mesmo perfil o que me obrigaria abrir mão de muita coisa e alterar outras para me adequar a eles. Somente em situações e com pessoas muito especiais abro exceção para esta minha forma de viajar. E foi assim, atendendo a um convite de meu sobrinho Rafael “Matraca” Bellinello e seus amigos (e meus) do Comichão Custom Club de Brasília, que decidi encontra-los em Milwauke, ir para Chicago, de lá ir para Sturgis (onde já tinha passado na vinda), participar do 74th Annual Sturgis Motorcycle Rally e tornar a voltar para Chicago, rodando 1.940 milhas adicionais. Mas valeu a pena, afinal nunca vou esquecer a recepção que tive quando estava chegando em Brasilia em 2011 (eu e a Thaís). Os caras, que nunca me viram,  formaram uma comitiva, num domingo, foram me aguardar em uma cidade vizinha, me escoltaram até Brasília  e levaram-me a uma excelente mesa em um bar do Lago Sul. O papo e o chopp gelado selaram uma amizade que me impede declinar de qualquer convite para viajar junto com eles. Será sempre um prazer e um privilégio desfrutar da camaradagem e das brincadeiras, além do mais, os caras sabem pilotar uma Harley Davidson como se espera de quem se habilita a faze-lo.
O grupo chegou hoje pela manhã em Chicago, onde pegam as motos amanhã e estão a caminho do museu da HD em Milwaukee a 100 milhas de distancia. Claro que dirigi-me para Milwaukee, um ponto de encontro apropriado para quem é do ramo. Para variar fui o primeiro a chegar. Estacionei a Helô em frente à lanchonete do Museu da Harley Davidson. Pela placa da moto e pela bandeira brasileira seria fácil localizar-me.


Foi só o tempo de traçar um “sanduba” e chegaram os dois primeiros do grupo, o Guilherme (presidente do Comichão) e o Sandor (com uma Gloriosa Estrela Solitária na manga da jaqueta). Os dois resolveram antecipar e pegaram as motos hoje mesmo. 





Logo em seguida chegou o resto do grupo em uma Van e foi aquela festa que só os brasileiros sabem fazer, para espanto dos gringos.

Curtimos o museu, fizemos as fotos regulamentares e voltamos para Chicago onde a turma estava hospedada. Fui acompanhando o Guilherme e o Sandor e o resto da turma retornou na Van.



Hospedagem não seria problema, arrumaram uma cama para mim no hotel em que estavam. Após liquidarmos com o Jack Daniels resolvemos fazer uma ceia em um dos quartos. O “Javali” assumiu o posto de Chef preparando sanduíches que nem ousávamos perguntar do que eram feitos. A verdade é que a fome era tenebrosa e comemos até quase explodir. Alguém ainda lembrou-se do “Bomba”, que estava dormindo em outro quarto, e lá foram 3 ou 4 pega-lo ainda meio dormindo para participar do ágape. Coisa de louco.


Chicago(IL) – Illinois City (IL)

4 agosto 2015

Pela manhã o bando todo parte para a concessionária Harley Davidson, praticamente ao lado do hotel. A liberação das motos exigia uma burocracia onde se gastava uns 30 a 40 minutos. Imaginem o tempo necessário para atender 8 brasileiros (2 pegaram as motos na véspera) e com apenas um atendente !  


Saimos por volta das 16 horas em um comboio liderado pelo Sergio “Javali” e fechado pelo presidente Guilherme. 


Eu ia no bolo até encontrarmos o primeiro pedágio. Como o grupo imaginava que as motos tivessem “chip” de passe livre, passaram direto. Eu, naturalmente, parei  para realizar o pagamento e nessa perdi o grupo de vista. Meu GPS estava desligado pois seguia o roteiro do grupo. Tive que parar, tirar o GPS da mala e “seta-lo” em direção a Sturgis.  Transito pesado, muitas bifurcações, mais pedágios e fui ficando cada vez mais para trás. Apertei um pouco mais o passo apesar da chuva forte que começou a cair e uns 10 minutos depois encontro o grupo sob um viaduto colocando as roupas de chuva. Seguimos até um posto de gasolina para decidir o que fazer pois já escurecia. Resolvemos pernoitar na cidade de Illinois City.

No dia seguinte, 5 de agosto, tocamos de Illinois City para Chamberlain já em South Dakota. 




Pernoitamos em um Motel às margens do Missouri onde o Adriano “Otto” fez a mais linda foto da viagem utilizando apenas a iluminação da tela de um celular. Profissional é outro nível.


De Chamberlain seguimos para Rapid City no dia 6 de agosto e foi ali que a festa verdadeiramente começou. Em Sturgis, a 12 milhas de Rapid City, estava rolando o 74th Annual Sturgis Rally e em Rapid City a Harley Davidson local organizava uma feira de motociclismo que era uma loucura.
















A volta seria no dia 8 às 7 da manhã pois a turma tinha que entregar as 10 motos dia 9 e pegar o vôo de volta para o Brasil. O plano era rodar direto as 960 milhas (1.530 Km) até Chicago. Como minha moto tem uma autonomia menor do que as deles, minhas paradas são mais freqüentes. Eu também não tinha a urgência do grupo, assim me despedi deles e fiz a minha viagem. Sai 30 minutos mais cedo e enrolei o cabo. Paradas rápidas, refeições frugais e um pouco de “outlaw speed” foi a receita que me fez rodar 900 milhas antes de parar para aguardá-los. Consegui me comunicar com o Sandor e soube que estavam 60 milhas atrás e iriam pernoitar para fazer o resto do caminho no dia seguinte. Minha estratégia foi perfeita pois além de não forçá-los abastecer antes da hora, evitava que eu me envolvesse com 10 motos abastecendo ao mesmo tempo, saímos todos no lucro.

DESPEDIDAS, MOMENTOS SEMPRE COMPLICADOS.
Chicago (IL) - 9 agosto 2014

Hoje pela manhã, com uma dianteira de 60 milhas, resolvi pegar uma estrada diferente do grupo, sem pedágio e passando por paisagens saídas diretamente dos anos 30. 


Isto aumentou o aperto no coração só amenizado pela reencontro de todo o grupo na Harley de Chicago onde foram entregar as motos, pegar as bagagens e aguardar as Vans para o aeroporto. Ficamos juntos conversando, brincando, tirando fotos até chegarem as "vans". 



Nesse momento a coisa complica, marmanjos não sabem o que falar, abraços, recomendações, apertos de mão. Novamente abraços, agora apertados com os fortes tapas nas costas. Voz embargada, risadas que não conseguem disfarçar a emoção e a Helô seguindo as Vans até que elas dobram   a esquina em direção ao aeroporto levando aquele grupo alegre e barulhento que me cercou de carinho e atenção. Pela primeira vez senti o peso da distancia e da solidão. Mas, como dizia o cabo velho: "Um artista não se impressiona facilmente", apenas vocês não me verão tentando tirar um cisco da vista.

terça-feira, 3 de março de 2015

Levantando uma Touring tombada no chão



Existem diversas formas de levantar uma motocicleta tombada ao solo, algumas até bem esdrúxulas como essa da foto que vi um oficial da polícia de Orange City (Virginia) utilizando. Ele era mais alto do que eu e bem mais pesado, além disso ele sacudia o peso sobre as plataformas fazendo uma espécie de gangorra com a pobre da moto, até que conseguiu coloca-la de pé.


Acho que maltrata muito a moto e é extremamente deselegante. A técnica mais utilizada pela polícia americana é minha preferida e a que menos exige de meu corpo. 

Coloquei em vídeo o procedimento que uso para levantar a moto tombada à direita e à esquerda.

Qualquer dúvida estou às ordens.