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sábado, 18 de julho de 2015

UM VELHOTE DE MOTO NA EUROPA - 44

MULHOUSE (FR) - COLMAR (FR)

18 julho 2015

Eu iria ficar mais uns três ou quatro dias em Mulhouse dando um descanso à minha perna e curtindo um pouco a cidade. Acontece que se mal consegui dormir na primeira noite por causa do calor, na segunda, além do calor, tinha um desgraçado tocando saxofone numa tal de Jam-Session no prédio em frente ao meu. Não existe melodia, não existe nada, o cara fica fazendo variações de escala que enchem o saco de qualquer pessoa minimamente lúcida. Que saudades de uma 12 “pump”!
Resolvi ir para um hotel com ar condicionado e longe do infeliz. Assim, fui para Colmar, a 45 km de distancia, onde ia colocar as ideias em ordem para encerramento da viagem e entrega da moto à Yamaha.
Moto na estrada, ainda com o capacete aberto e óculos de aviador da 2ª. Guerra (trouxe de brincadeira e é o que está me safando). A moto está sem para-brisas e isso causou um efeito terrível no GPS. Peguei uma chuvinha pequena, mas que cada gota no rosto era como uma picada de agulha. Acupuntura deve ser assim, eu acho, mas pilotando uma moto é meio chato, né?
A sorte é que o percurso era pequeno e chegamos logo ao hotel, ótimo por sinal (Le Roi Soleil). Logo na chegada um Fiat Topolino em exposição no bar do hotel.







No dia seguinte resolvi ir ao centro antigo da vila para conhecer e fotografar alguma coisa, afinal estava numa das cidades mais charmosas da França. Ela fica próxima da fronteira com Suiça e Alemanha e ao longo do tempo já esteve em mãos alemãs, o que se pode notar pela arquitetura tipicamente germânica. Além disso ela é cortada por inúmeros canais em uma área que é conhecida por Le Petite Venice, tendo até um passeio de barco de uns 20 minutos.







O ideal do passeio pelo centro antigo é que seja feito a pé, mas eu não estava em condições de fazê-lo. Optei (como era domingo) por percorrer as pequenas vielas de moto, quando possível.










Sempre de olho no GPS, assustei-me quando a tela começou a embaçar, como se tivesse alguma condensação, e não aceitar mais os comandos de “touch-screen”. A volta para o hotel, começando a chover, foi terrível. Por sorte encontrei um rapaz passeando com um cachorro que me deu dicas precisas e consegui voltar. Liguei o GPS no netbook e deixei-o a noite inteira. No dia seguinte a tela limpa, sem sinal de condensação, mas de lá para cá ele não aceita nenhum comando de “touch-screen”. Ou seja, virou um peso para papeis já que nem mesmo joga-lo na privada e dar a descarga consegui.




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